Alopecia infantil, principais causas e tratamentos - Clínica Capilar
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Alopecia infantil, principais causas e tratamentos

Bebê carequinha é fofo, gostoso, parece um bonequinho – mas muita gente não imagina que as crianças também podem sofrer com algumas doença do couro cabeludo. A alopecia infantil, por exemplo, pode apresentar queda de cabelo total ou em placas, quando ocorre em apenas uma região específica.

São vários os fatores que podem levar à alopecia infantil, mas para todos eles, quanto mais precoce for o diagnóstico, mais assertivo o tratamento e menores as chances de desenvolver traumas paralelos, como bullying escolar, estresse, depressão, etc.

Veja agora como o problema pode afetar os pequenos, suas causas e tratamentos.

Primeiro, entenda o que é alopecia

Em crianças e adultos as alopecias correspondem à queda dos fios, de forma generalizada ou não, definitiva ou temporária, por qualquer origem. No entanto, para compreendê-la é interessante conhecer o ciclo de crescimento dos fios, que engloba três fases: a anágena (crescimento), a catágena (regressão) e a telógena (repouso). Ao final desse processo, o pelo na fase telógena é expelido, surgindo um outro folículo piloso que o substitui.

Esse ciclo é programado geneticamente, geralmente obedecendo a intervalos entre 3 e 5 anos, variando de uma pessoa para outra. A cada 24 horas o cabelo cresce em média 0,35 mm, havendo uma perda média de 100 a 150 fios no mesmo período. Como cada fio tem seu próprio ciclo, não caem todos ao mesmo tempo, fazendo com que essa queda diária não seja muito notada.

Apesar de haver diversas classificações, a alopecia, de uma forma geral, pode ser dividida em alopecia cicatricial (irreversível) ou não-cicatricial (potencialmente reversível). Em ambas o processo é basicamente o mesmo, ou seja, o cabelo se desprende do folículo. A diferença é que, no primeiro caso, o folículo é destruído, e, no segundo, ele apenas sofre mudanças funcionais que podem ser recuperadas.

Tipos de alopecia infantil

A alopecia infantil pode ocorrer devido a vários fatores. Ela pode ser congênita (ligada  a fatores hereditários); neurótica ou tricotilomania (vício de arrancar tufos de cabelos de forma consciente ou não); traumática (causada por lesões ou traumas no couro cabeludo); ou secundária (devido a algum problema interno ou doença, ou ao uso de medicamentos como quimioterapia).

A alopecia infantil também pode ser causada por fungos. A tinha tonsurante é a mais comum, causada por um fungo adquirido de outras crianças ou adultos doentes, da terra, da terra, ou mesmo de cães e gatos. Nesse caso o microrganismo “corta” porções de cabelo próximo do couro cabeludo, deixando a criança com uma ou várias peladas.

Há também a tinha favosa, contagiosa e grave, ainda que também mais rara. Ela provoca várias lesões no couro cabeludo, inflama o folículo piloso podendo deixar cicatriz e, portanto, calvície definitiva se não for tratada a tempo.

A alopecia em crianças também pode ser areata, uma doença autoimune que causa queda repentina e geralmente rápida de cabelo principalmente entre os 5 e 11 anos, em meninos e meninas. Geralmente é desencadeada por estresse traumático ou psicológico.

A alopecia infantil mais tradicional, no entanto, geralmente é causada pelo cuidador da criança, muito comum devido a penteados de tração frequentes, como tranças, rabos de cavalo ou mesmo uso diário de arcos. Neste caso, o fólico piloso se inflama e atrofia, fazendo com que os cabelos não nasçam mais.

Há ainda a alopecia seborreica (muito comum, ligada à dermatite seborreica e que causa coceira, escamação e eritema), que, no entanto, não costuma apresentar queda significante de cabelos.

Um tipo de alopecia infantil relativamente comum é a causada pelo eflúvio telógeno. Ele ocorre quando há aumento na quantidade de cabelo na última fase, a telógena, e, portanto, também aumento da queda dos fios. Esse tipo de alopecia infantil pode ser agudo – em geral dois a três meses após de uma febre alta ou infecção séria – ou crônica – caracterizada pela queda de cabelos por mais de seis meses, geralmente por desnutrição protéica, anemia ou tireoidopatias.

Já a alopecia infantil por eflúvio anágeno, ocorre quando os fios começam a cair na fase de crescimento ou de multiplicação celular. Mais comum em crianças maiores, costuma afetar a autoestima da criança e até causar estados depressivos, que acabam por agravar ainda mais o problema.

Quando procurar o tricologista para tratar a alopecia infantil

Assim que os pais notarem qualquer queda excessiva, trechos de “pelada”, vermelhidão, coceira, escamação ou qualquer aparência fora do normal no couro cabeludo ou nos fios a criança deve ser levada a um tricologista. O tratamento dependerá de cada caso e também da idade da criança, de acordo com a sensibilidade capilar.

No entanto, é importante ressaltar que a definição do melhor tratamento para a alopecia infantil só pode ser feita por um profissional especializado, o tricologista. Curiosos e pessoas sem a formação adequada pode agravar o problema e prejudicar ainda mais a saúde capilar da criança e sua autoestima.

Você tem enfrentado ou conhece alguém que neste momento enfrenta este problema? A melhor indicação é agendar uma consulta com um Tricologista e agendar uma consulta especializada. Entre em contato.

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